Ministro destaca potencialidades do Mungo na produção do café

O ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis, afirmou que hoje que as potencialidades da produção do café arábica no município do Mungo, província do Huambo, podem impulsionar rapidamente a economia da localidade.

Segundo o ministro, no final de um encontro com os produtores de café na municipalidade, apesar de ainda ser uma produção tradicional, é bastante frutífera e significativa, facto que demonstra as potencialidades do solo do Mungo e o esforço dos agricultores locais na revitalização do café arábica.

Disse tratar-se de um desafio imposto há dois anos aos camponeses do Mungo, com a distribuição de 60 mil mudas, tendo produzidas, até ao momento, mais de duas toneladas.

Nesta conformidade, António Francisco de Assis anunciou, para breve, a implementação, neta municipalidade, de grandes viveiros para a produção de mudas de café arábica, na perspectiva da integração de mais famílias em todo processo produtivo, com foco no desenvolvimento da economia local.

O governante acrescentou que a ideia passa em transformar a município do Mungo no pioneiro da produção do café em grande escala na província do Huambo.

Já o administrador local, Manuel Caholo, fez saber que, para além da produção do feijão e do milho, as famílias estão a ganhar a cultura cafeícola, num projecto que abrange sete cooperativas agrícolas.

Lembrou que o município do Mungo, cuja sede está localizada 130 quilómetros a Norte da cidade do Huambo, conta com 120 associações de camponeses, 192 escolas de campo e 28 cooperativas agrícolas, num universo de 70 mil famílias camponesas, com uma área de 13 mil hectares de terras aráveis.

Entre 2019 e 2020, foram distribuídas 115 mil mudas de  café para 230 famílias camponesas dos municípios do Bailundo, Chicala-Cholohanga, Huambo, Londuimbali e Mungo.

Vivem no município do município do Mungo, um dos 11 que compõem a província do Huambo, perto de 148 mil 518 habitantes, na sua maioria camponeses, distribuídos pelas comunas do Cambuengo e a Sede, segundo dados recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE).

FONTE: ANGOP

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